O PIVÔ DA DISCÓRDIA – LIMPANDO A CAGADA.
Tirando o dele da reta e incriminando o já difamado.
Um que se dizia amigo Barreto clarinetista, ainda vivo, levou a honra dessa indicação difamatória, segundo o noivo e mesmo assim, passou um tempão para que ele conseguisse encontrar o bode expiatório perfeito, que justificasse o mal feito sem nenhum tipo de contestação em contrário.
No final das contas, quem não acreditaria já que esse sujeito entre todos os da mesma classe era mesmo conhecido pela fama de falador, fofoqueiro e encrenqueiro... pra lá de consagrado. Moleza.
Os maiores prejudicados com essa história já faleceram faz muito tempo e baixaram sepulturas acreditando nesse tormento, menos a sogra, que foi até seu fim afirmando que o gerardo era mentiroso, farso, ladino, discunfiado, pirigoso, um bebeketo e não acreditava em ninguém, muito menos nesse negócio de Amor. Pobre senhora, assim ela se expressava somente porque não compreendia que tudo era apenas uma profunda insegurança sentimental. E depois da tempestade, reataram em casamento.
Por que somente a menina, o marido e o clarinetista ficaram por dentro?
Com que direito depois de passado tanto tempo, ainda os daquele tempo ficam tentando se esconder desses fatos?
Como julgar sem provas depois de tantos anos já com sepulturas sem corpos em poços de almas?
Teria agora a menina mulher dever de denunciar publicamente e condenar espiritualmente aquele noivo por usar de um artifício muito perverso e barato, encontrando a pior maneira de uma boa moça testar?
Em que estágio de desenvolvimento cerebral estaria o grau de consciência daquela menina? Coisas que só mesmo através de uma maturidade gradual, lenta e progressiva em constante caminho do bem poderia ser codificada.
CARGA DE TRADIÇÃO MILENAR – CULTURA SEPARATISTA
DIVISÃO DE MORAL, ONDE SOMENTE OS MACHOS PODIAM TUDO.
JUGO, JULGO, CONDENO E MATO. PROVEDORES DO LAR.
MULHERES FIÉIS SERVIDORAS EM MANSIDÃO SE INCUMBINDO DA PROLE COM TOTAL LIVRE ARBÍTRIO. CONTINUIDADE DA REPRESSÃO, TRADIÇÃO E MANUTENÇÃO DE USOS, HÁBITOS E COSTUMES ADVINDOS DA CULTURA EUROPÉIA COM A FAMÍLIA REAL PORTUGUESA NO PERÍODO DA COLONIZAÇÃO. DOUTRINAÇÃO E RELIGIÃO.
Façam o que mando e não o que eu faço, e tudo continuará no mesmo compasso. Marchas. Guerras, Militares e Escravos. A cadeia mental.
Aquele noivo tinha nascido em 1936, 5 anos antes da noiva quando os sogros se casaram em 11 de janeiro de 1941 em plena era Getúlio Vargas, e estavam vivendo agora nos anos 60, onde presidentes da república eram nomeados em cargos públicos.
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