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domingo, 29 de maio de 2011

FEIXE DE VARAS

 Casamento dos meus pais:

Dia chuvoso: 11 de Janeiro de 1941
IGREJA: Catedral de Campinas



Banho era na bacia, mas o que valia era mesmo essa feliz família.....






Bodas de Ouros dos meus avós maternos
Para "Mesa do Editor" Literatura de Testemunho:
Esse futuro livro será inserido página a página. Contém de tudo.
Um histórico sobre famílias brasileiras descendentes de europeus. Usos, costumes, tradições.
Valores e ou virtudes que se perderam e que ficaram.
Resumo de tudo: Sentimentos em duas vertentes, os bons e os maus. 
Tipicidade Humana no caminho para evolução de uma pretendida civilização, dando de frente com poderes políticos habilidosamente instituídos para a prática de corruptos legalizados e inescrupulosidade.
Sem previsão de páginas....


                                                        


CAPÍTULO I
AS INSTITUIÇÕES – FAMÍLIAS E OU QUADRILHAS
Os animais irracionais e a perpetuação da espécie - Infâncias

Ricos e Pobres, tanto faz, a maioria paupérrimos espirituais emocionais.
Choro bravo de menina valente...nascia de parto natural mais uma criança em um calmo dia 18 de um setembro em finais de inverno na metade de um quarto desse mesmo dia correndo ainda o sol no ano de 1950 em finais do século XX, numa cidade de Campinas que pertence ao mais rico estado de uma federação de nação Brasil do lado no baixo ocidental de uma América Latina. Seria a irmã do temporão de 9 anos de outra primogênita fêmea em mais  uma canção infantil de roda que a tradição até hoje mantêm assim:
“Terezinha de Jesuis,
De uma queda foi ao chão,
Acudiram 3 cavalheiros,
Todos 3 de chapéu na mão.
O primeiro foi seu pai,
          O segundo seu irmão,
                    O terceiro foi aquele,
                              Que a Tereza deu a mão.”

E a partir desse fato, teria sido lançado o dado da sorte para um futuro predestinado onde mais uma grande artista se destacaria, com ricos Missaglia se apadrinharia, pois dentro dessa família a outra artista já se consagraria.
Signo de Virgem..viva a música...só de imaginar me dá vertigem
Não importa o sexo....tem que ter saúde...e de ferro....?
Ultra-som? Vasectomia? Salitre? Controle de Natalidade.
Cada fêmea se defendia como podia, sabia, aprendia, querendo ou não, gostando ou não, ouvindo dos antecedentes honestos que no rabo não.
E assim todas sabiam que pelo rabo não crescia barriga na frente, e o resto ficava para as mais chegadas, ou as da rua satisfaziam essas necessidades.

Coisa de ficção científica....mas já existia camisinha...e  só o homem foi crucificado? Pão duro...lavava toda vez que usava, pendurava no varal, usava de novo...e foi por isso que arrebentou? Por que não lavou de novo, sendo que daquela vez deveria ter lavado o órgão certo já que vivia xingando porque aquele pozinho branquinho inodoro e insípido na comidinha, num sossegava aquele marido taradinho, afobadinho onde só ele gozava sozinho e bem rapidinho, mas era um reloginho....papagaios.....

Bem que a progenitora havia tentado...todos os tipos de chás, ervas, cintas, apertos...mas não teve jeito...também não havia pílula do dia seguinte e muito menos pílulas de todo dia...que agonia e entre a família era repassado a fama do salitre entre todas as companhias como sossega pinto no tempo de acalmar soldados, aviadores, cavalaria ou infantaria.

                                                                                   -1-

















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