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quinta-feira, 28 de julho de 2011

FEIXE DE VARAS - pg 25



ESTATUTO E DELEGACIA DO IDOSO? Hábitos e Costumes.
E a mãe da menina alegava que era cardíaca como herança genética de família e com esse álibe perfeito só ia embarcando no boato onde todos afirmavam que a vó Margarida sofria do coração e jamais podia passar contrariedades...se isso fosse verdade, naquela noite 3 sepulturas bem antes da data marcada, estariam ocupadas.
Não haveria IML, corpo de delito, perito, prisão de assassinos, cúmplices, seria apenas mais um caso de pura fatalidade.

DISTRIBUIÇÃO DA SOCIEDADE - COAÇÃO-INDUÇÃO-ACAREAÇÃO
ALTO GRAU DE PERVERSÃO PARA A MALICIOSIDADE E APLICAÇÃO DE MALDADES.
Quais seriam os verdadeiros culpados que induziram, praticaram e executaram de fato esse que poderia perfeitamente ser mais um crime perfeito, onde os verdadeiros assassinos, se confessam inocentes?
Do lado do mal, seguindo para a 2ª.fase, assim que se certificaram provavelmente depois de também continuarem ligando e perceberem que a linha só seria reativada na manhã seguinte, acionaram a última parte da estratégia, quando o mesmo indivíduo agora, envenenaria o algoz, e que constataria a veracidade dos fatos, impostando os dedos nas mãos na mesma circunferência de dígitos onde o sinal de ocupado seria a fatal e certeira garantia.
Do executor:
Morre toda a humanidade não admitindo nunca esses crimes, como tragicamente morreu esse meu primo Gustinho, 45 anos depois desse fato, onde seu corpo foi encontrado em estado de decomposição por afogamento num rio em instância de repouso e seu caixão foi lacrado na semana do pomposo casamento da sua sobrinha filha da irmã do meio.
Negam-se terminantemente os mais próximos com reticências sobre o verdadeiro teor dos fatos, bastando outros agregados conhecer alguns alfinetes, alinhavar com colchetes para desembocar na triste situação e condição que esse meu pobre primo terminou seus dias nesse mundo de expiação.

Segundo a mãe da menina, esse sobrinho foi um problemão e virava e mexia, durante a sua adolescência na porta daquela Rua conceição 549, ele batia pedindo esconderijo se trancando no banheirinho para aplicar a droga do dia em forma de injeção e a menina nunca acreditou nessa versão pedindo sempre comprovações que eram justificadas pela matriarca alegando que sempre limpava as agulhas e restos que por ali ele largava assim que se mandava.
Depois havia criado juízo, casou-se e continuando a espécie humana foi procriando filhos, tornou-se um próspero comerciante quando se fez gerente de uma rede de drogarias, foi comprando imóveis, enriquecendo, 
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