O percurso para o deslocamento desse bairro até a casa da sogra, levaria 20 minutos se tudo transcorresse sem nenhum inconveniente.
TRAMA DIABÓLICA – COISA DE INOCÊNCIA DE CRIANÇA?
Como havia diariamente telecomunicação entre a fraternidade feminina, bastava a samaritana Dirce contar a benfeitoria do dia, onde a primazia corria por conta da irmã caçula Nilza e todas as outras 3 irmãs repassavam entre si e depois para os mais íntimos e telefone sem fio era brincadeira só de criança, pois aqueles fios dioturnamente carregariam todos os circuitos neuro vegetativos do sistema nervoso central e emocional em todos os sentidos.
Mulheres com seus Maridos e filhos nas coxias.
Mirando-se no exemplo das mulheres da Atenas do filósofo Sócrates.
Havia uma cultura onde as netas revezariam as dormidas com a avó que jamais ficaria sem vigia dia e noite, noites e dias. Zelo.
Até que um dia no plantão da menina, colocaram em execução o plano ardilmente tramado entre outras linhas e partiram para o ataque terrorista.
Armaram a cilada em 3 fases. Sabiam que desta vez o espancamento levaria à forra todos os despeitos e invejas que engoliam a respeito do caráter, da fortuna, da honra, da ingenuidade, da bondade, da pureza daquela prima, dos quais perfeitamente sabiam que jamais se igualariam....e...que pena...o que é bom já nasce feito, e se não nasceu bom, não precisava descontar no mal do ódio, do desprezo, do rancor, da mágoa, do despeito mas deveriam procurar modificar e transformar esses sentimentos cumulativos para que menos doenças tão malignas e cruéis pudessem ir se avolumando, levando todos viventes em semelhanças lamentáveis.
Não havia televisão na casa da vó, e mesmo tendo eletricidade, o hábito de uma vela em cima dos criado mudos, serviam para pelo menos, não derramar cada cheio pinico que ficava debaixo de todas as camas. Os tios que ocupavam de dia a oficina e pagavam o aluguel, instalaram um único aparelho de telefone comercial para se engajarem no lucro funcional e acompanharem a evolução industrial.
Ela era analfabeta, e a lista telefônica, cada interessado escrevia com caneta na parede da cozinha, mas ligações externas, ela não fazia, nem atendia quando o ring daquele aparelho estridente grunhia.
Aquele instrumento era de utilidade para seus filhos autônomos independentes.
De nada mais ela precisava, e assim os dias e as noites se passavam, onde todos sabiam que de noite num tinha selviço nem criente chato pá não martratá, portanto...se aquele pretão resorvesse tarde da noiti se manifestá....só pudia sê casu dimorte...e....
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