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sábado, 8 de outubro de 2011

CURTURA POLÍTICA


Marisilda Tescaroli
CAMPINAS: Cultura jogada no lixo
(repasso como recebi)
qua 05/10/2011 15:39 

Orçamento reduzido força Secretaria

de Cultura apostar em ações modestas

Com R$ 7 milhões a menos, Feira do Livro, Natal, Festa Junina e Carnaval pomposos chegam ao fim

03/10/2011 - 18:30
EPTV.com - Tiago Gonçalves 
http://eptv.globo.com/dbimagens/20111003175546.jpg A cara dos quatro é ótima: no money, no future
Modesto e criativo. Tais palavras passaram como nunca a povoar a Secretaria de Cultura de Campinas. Compreensível: o orçamento anual da pasta para 2012 teve redução de R$ 7 milhões (de R$ 47 mi para R$ 40 mi). Para piorar a situação, R$ 29 milhões da verba total se vê destinada à folha de pagamento. Na ponta do lápis, o jornalista e compositor Bruno Ribeiro, secretário de Cultura, terá em mãos R$ 11 milhões para as ações culturais do ano que vem. Orçamento enxuto, reconhece. Não à toa, abusa no emprego da dupla de palavras, que soa como metas. "Precisamos trabalhar com criatividade para a promoção destas ações, que passarão a modestas", explica.

O freio de mão do orçamento começa já. Afinal, de outubro até dezembro de 2011, a Secretaria conta com a verba módica de R$ 700 mil, tanto destinada aos encargos dos aparelhos públicos da cidade quanto para a promoção de atividades. Por conta disso, a edição 2011 da Festival Internacional de Literatura de Campinas (Filc), prevista para novembro, foi suspensa. Aliás, tal evento dedicado à literatura não existirá mais na atual gestão. "Faremos um parecido, mas com novo formato. Sem data prevista", conta. Da mesma forma, a tríade Carnaval, Festa Junina e Natal perde o ar pomposo. "O Natal deste ano, se depender exclusivamente da Secretaria de Cultura, não acontecerá na Praça Arautos da Paz. O Carnaval também não contará mais com o trio elétrico, que despende um valor alto da verba". Quanto às atividades natalinas, Ribeiro define o cerne: apresentações de corais em pontos distintos de Campinas.

http://eptv.globo.com/dbimagens/20111003175615.jpgNa mesma leva, a entrega do Teatro Castro Mendes não têm prazo certo. Portanto, descarta-se 2011, como previa na posse, em setembro, a atual gestão. "Existem sim previsões. Janeiro ou fevereiro do ano que vem", diz. Contudo, conta o secretário, apesar do ritmo caracol da reforma (o teatro está fechado desde 2007), as obras não pararam. Continuam com apenas 25 funcionários da MVG Engenharia e Construção, a responsável pelo trabalho. Quanto ao aditamento solicitado para a continuidade da obras, definido em R$ 2,9 milhões durante reunião entre as secretarias envolvidas e prefeito na tarde desta segunda (3), o processo deve ser concluído até o fim do mês, de acordo com Nilda Rodrigues, diretoria administrativa da pasta.
{Nossa..ainda bem que esse ano nós perdemos para o Cupinzeiro do atual secretário...quando ganhamos em 2008 foi depositado o valor integral de 15.000 de uma única vez}
Ficc
Sobre o atraso da terceira parcela (ao todo, serão seis) do Fundo de Investimentos Culturais de Campinas (Ficc), o secretário afirma que em 15 dias o pagamento será feito. "É a nossa prioridade", conta. A quarta parcela, prevista para novembro, está indefinida. "A intenção é pagar e não atrasar mais. Só que dependemos da prefeitura liberar", explica. Parênteses: de acordo com Nilda Rodrigues, a quantia de aproximadamente R$ 900 mil do Ficc não está mais sob os cuidados da Cultura e sim da de Finanças. Se a promoção do Ficc continua na agenda de 2012, dado à redução no orçamento, Ribeiro não confirma. "Precisamos pagar a de 2011 primeiro. Aliás, iremos aumentar o prazo de entrega dos trabalhos aos grupos contemplados".
Apoio?
Aliada a ações modestas e criativas, Ribeiro prevê na parceria privada e na pública (estadual e federal) engordar o orçamento da pasta. Contudo, adianta não há nada certo. A promoção de atividades "em parceria com outras secretarias também pode auxiliar na contenção de despesas", explica. Até porque a tão aguardada impermeabilização do Centro de Convivência, colocada entre as prioridades da nova gestão, corre o risco de não sair do papel em 2012. "Se depender apenas do orçamento previsto para 2012, não temos condições de executá-la", lamenta-se.


 Comentário do dia:


Todo dia tem assunto, tem o que falar, tem o que escrever, o que comentar, criticar?
Aprender? Praticar? Qui sacu....política é um poço profundo inesgotável!
Desde que recebi esse email, venho tentando escrever e ao mesmo tempo não querendo nem comentar...e o bichinho da inconformação fica cutucando....
Caracas...será que só eu é que sei como é que foi habilidosamente planejado essa nossa organização político social?
Tudo nesse mundo virou emprego, e conforme vamos atestando durante os dias que se desenrolam, tudo fica claro e muito transparente.
Esse caso da cultura daqui é apenas uma gota no oceano Brasil, porque em todas as prefeituras, governos dos estados e federação é do mesmo jeito.
As promessas eleitorais que são apenas discurso de oratória pra lá de úteis.
Cargos...que antigamente eram preenchidos mediante  concursos públicos, fixavam os indivíduos nessas instituições e se continuasse nesse esquema, as eleições brasileiras não vingariam..criaram muito mais cargos de gabinetes do que os votos podem eleger...muito vagabundo encostou barriga e é engraçado...
DE UMA VERBA DE 40 MILHÃO, 29 MIÃO SÓ PRA PAGAR SALÁRIOS DE COMISSIONADOS?
E essa tar de curtura só fica nessa sinfônica, que ainda cobra ingressos, cujos músicos a maioria são contratados por fora, pra que tanto funcionário? ORGANOGRAMAS DE CARGOS...não precisam de reforma?
E em todos esses eventos ainda se contrata som, luz por fora?
Se você Bruno acha que com os 11 mião que sobrô num dá pa fazê nada, vorta pô primário com a aritmética básica e confira os resultados da ultima megasena que daria pra continuar com os pequenos grupos que ainda resistem nessa cidade com aqueles 8000 que pagavam por 4 apresentações a perder de vistas e sem precisar arcar com esses outros artistas de mais nome pra servirem não de alavanca, mas que vão tirando dos nossos talentos municipais muito mais do que esses Fundos de distribuição  e a nossa vã escritaria possa imaginar....
Só porque esse monte digente se filiou nesses 37 partidos redistribuídos....e dispois qui são encaixados, não podem ser demitidos....ONDE ENTÃO ESTÁ A DIFERENÇA DO PASSADO E O FUTURO?
Um dia num evento desse  Noite da Seresta daqui, que está sendo ainda o único projeto que vai sendo tocado, perguntei para uma funcionária:
Mas se vc tem 35 anos nesse emprego, por que não se aposenta?
Ora....precisei pagar cirurgia para meu filho, fiz empréstimo bancário e com esse ordenado pago a dívida.....caramba...olha o nosso INSS que só intima a aposentadoria por idade?
Todos são mesmo BONS DE BICO num é?



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

FEIXE DE VARAS - pg 34


POUPANDO DÍVIDAS E ABORRECIMENTOS DESNECESSÁRIOS.
OS IMIGRANTES SE AJUDAM. SOLIDARIEDADE.CARIDADE.

O Futuro a Deus pertence?
E assim é no Planeta Terra: O bem se realiza e o mal se pratica.
Pelo andar da carruagem, a sogra vivia doente e já beirava 74, índice alto de vitalidade para a época e contando as cabeças daquela prole familiar, no exercício da previdência social futura, os cunhados se reuniram e decidiram garantir pelo menos a estabilidade final de cada indivíduo daquela classe social, pois comprar mais uma carneira só mesmo na base da comunhão entre os mais providos, porque parece que os filhos daquele ancião continuavam em situações precárias, mesmo que todos já tivessem com suas residências próprias, quitadas e um próspero rendimento mensal.

Resolvendo parcialmente o futuro dilema, num prazo de 12 meses, mais 3 mortes lotaram aquelas moradas, sendo que para o Tio Mané, um outro cômodo naquele terreno  ele já havia adquirido, e como a Tia Dida havia se casado com o peruqueiro tio Joaquim indo morar em São Paulo, os Fernandes se encarregaram do descarte por aquele território.
Cada irmão foi construindo outros futuros.

É....mas agora a prioridade estaria com ascendentes e não descendentes, e assim os genros Iraldo Gozzi (futuro herdeiro rico de italianos) casado com a filha Dirce Carnicelli Gozzi, Humberto Ricardo Natale (morreu com câncer no esôfago sem ter casa própria) casado com Nilza Carnicelli Natale  ainda viva com 84 anos em estado vegetativo por depressão e  Alcides Pereira Matias(futuro herdeiro rico de portugueses) casado com Evelina Carnicelli Matias Pereira apelidada de Lilica, ainda viva com 95 anos e saudável, compraram mais uma carneira com 3 túmulos do vizinho do lado e assim garantiram 6 defuntos e doaram para aquela família Carnicelli.

Tia Matilde Carnicelli Rugieri, casando-se com o Tio Aníbal, depois de gerar mais 2 primos, o varão primogênito Waldir (que casando com a Zenetti também gerou mais 3 era companheiro de microfone da prima Terezinha, morreu por coma alcoólico e tabagismo) e o caçula Nibinha seguindo exemplo de vícios adquiridos, que casou-se com a Rosa que faleceu prematuramente com câncer, gerando mais 3, ficando viúvo casou-se novamente e adotou mais 2 morrendo de diabetes agravado de cachaça com cigarrinho, e essa tia boa Tide morreu de overdose para depressivos compulsivos ainda jovem. Escândalo na família: Suicídio?
Ninguém abria o bico? Vergonha?
Pecado católico que virou patrimônio histórico. Tombado.

                                                      -34-


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

FEIXE DE VARAS - pg.33



Durante a semana em que ficou em coma induzido no hospital da Unicamp, a sobrinha se comunicou com os estrangeiros que cuidaram de todos os restos mortais, no dia de Santo Antonio casamenteiro 13.06.1999.
Onde finalmente o colocaram na mesma sepultura junto de parte dos seus, e ainda depois de muita discussão, pois não era o proprietário daquela cova, e possuir o mesmo sobrenome, não lhe dava esse direito.

Seu corpo não precisou esfriar naquele meio, pois aquele apego extraordinário que ele mantinha sobre todos aqueles cacarecos que tinha, sumiram tão misteriosamente da frente de qualquer parente em dissolução instantânea por parte das 2 filhas que vieram acompanhadas da viúva que disseminou tudo num passe de mágica, querendo descobrir se pelo menos ficaria com a pensão brasileira, conseguiram descobrir a cova dentro do banheiro que o pai havia enterrado todos os dólares do mesmo jeito que os esquilos enterram suas sementes achando que seria previdente.

E por serem caridosas, amorosas, afetuosas, doaram em consideração de comiseração aquela construção de fundos para o irmão Binhinho pois era para elas o mais necessitado, que passou nos cobres a moradia do arrabalde e todos continuam na América do Norte morando, desfrutando da dupla cidadania americana.

Que espertos, o violão de madeira de lei que ele tinha, esse elas carregaram, mas todas as fitas que ele gravava achando que era compositor melhor que Lupicínio, com as partituras, um teclado, um aspirador de pó gigante importado, um gravador de rolo sem a bobina, um corte de tecido de linho das dezenas que haviam foi a justa indenização que legaram pra aquela sobrinha.

Achando que já era caro demais, e assim mesmo foi a cunhada que organizou a lista dos pedidos, e talvez ela tenha achado que tudo estaria muito bem pago por todas aquelas sacolas do passado e  quando desse país partiram pro outro mundo, deixaram com pichações de batom escritos em garrafais a frase que toda a família nunca mais esqueceria?
“ ADEUS  FOFOQUEIRAS”, e cruzaram via área a fronteira.

Barraco até no velório, porque em 1964 quando o vô Vitório que nunca bebeu e nem fumou teve que encarar o aroma da perpétua, só havia um cemitério na cidade e se chama “Saudade”, e um túmulo com 3 carneiras abrigava a primeira morte de uma meiga filha solteira Tininha que havia morrido em um dos constantes desmoronamentos do morro da Nova Cintra na cidade de Santos, quando tinha ido visitar a outra tia Duta irmã da mãe Margarida.

PROVIDÊNCIA PRIMORDIAL – EVITANDO EMPRÉSTIMOS

                                                                 -33-

terça-feira, 4 de outubro de 2011

FEIXE DE VARAS - pg.32




AGRESSÕES, DISCUSSÕES, BRIGAS, ACUSAÇÕES, TUDO ACUMULANDO NO POÇO DE RECALQUE DO CÉREBRO HUMANO.
No contínuo uso do abuso do poder de família, ele insistia e em todas as casas que sobraram ele era o único que até para São Paulo viajava e em algumas pernoitava.
Em todas as casas que ia, arrumava confusão, palpitava em tudo, com todos e espalhava entre todos os outros cada vez que para essas mesmas casas voltava. E nenhum parente se agradava de sua presença.

Até que em uma dessas ocasiões, na casa da menina mulher, a irmã Dirce arrumou a confusão....e foi um disse não disse mas ela disse que na casa dela não queria mais esse irmão não...onde já se viu...acusar ela de ladrona por roubar uma japona americana que ele disse que havia esquecido por esses tantos cabides dos quais seria muito difícil lembrar sem ser por eliminação unitária.
Se ele não tentasse descobrir dessa maneira que motivos teria no seu mais profundo inconsciente de acusar frontalmente essa irmã se entre todos iguais a fama sempre faz a cama? Se roubavam uns aos outros mutuamente?
A menina agora filha, mãe mulher, sempre que podia, afirmava para a irmã do tio, que nessa mesma casa onde agora essa família junto morava, que esse tio não seria rejeitado, mas sim perdoado.

E essa casa, foi a única em que ele livremente freqüentava trazendo para a menina e seu filho uma enorme alegria. Seresteiro que era, passava noites conversando, cantando, confessando, tentando limpar sua mente com um pouco mais de consolo, e a menina afirmava que esse tio por ela nunca seria descartado e muito menos abandonado, embora a irmã vivesse contrariada...ah é...ele encontrou a japona que estava entocada naquele cafufo em que ele com tudo misturava. O hábito faz o monge?

Com uma aposentadoria de um mínimo americano, outro mínimo brasileiro e solitário, rejeitado e desprezado por toda a parentada que ele tanto considerava, cercado de abacates, limões, arnicas e uma galinha sem galo que ovos fresquinhos lhe oferecia, inconsciente de que provavelmente daquela família precisaria para ser amparado na velhice que já se manifestava.
Se deslocava apenas em ônibus coletivos, antevendo os sintomas doentios que não recebiam diagnósticos legais, achou na sua crendice de que filhos têm obrigação de olhar os pais e em troca ele escrituraria o palácio de $8.000,00 para aquele descendente que o abrigaria, e mais ou menos achou que já tinha acertado na escolha da filha que mais o acolheria, apostando assim numa Rosânia e decidido começou enchendo malas, comprando passagem aérea quando em um dia 07.06.1999, sentado na cadeira de papai assistindo televisão ao lado da irmã Dirce na casa da mais querida sobrinha a menina mulher, sofreu um derrame cerebral fatal.
                                                              -32-

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

FEIXE DE VARAS - pg.31


comprou com o seu trabalho como fiscal da prefeitura. Um casal mais complicado ainda com essa Tia Anésia, o Marinho, o homosexual Júlio Cesar e a discórdia do divórcio, a caçulinha Renata que ele registrou como legítima.

Corria muito zum zum na família, que essa tia era muito violenta e mantinha ligações perigosas utilizando dessas amizades como ferramenta para viver visitada por policiais que levavam o Tio Mário algemado, onde o Tio Luiz com o Tio Vitório é que se encarregavam das outras amizades e corriam com seus delegados pelas celas do engaiolado. Até um dia quando sozinho internado em hospital registrou óbito com falência de todos os órgãos em complicação de mais um câncer de próstata, onde morou seus últimos dias pagando aluguel de um quarto, amontoado com a irmã Nilza viúva morando com filho e nora sem filhos. Eles batiam nos filhos, mas não criavam nenhum tipo de bichinho.

Alegria mesmo sentia a menina quando sabia que pra casa do alfaiate seresteiro tio Binho, eles iriam. Esse valente guerreiro, já havia construído sozinho 2 casas, todas sem nenhum acabamento, mas mantinha o sonho de subir na vida, e perseguindo o desejo de melhoria para sua amada família com a tia Olga e mais 4 primos Rosania, Margarida, Rubens e Nelsinho decidiu que imigraria para a América.

Iniciou a jornada vendendo aquela construção, e sozinho encarou o que chamava de missão, deixando a esposa e os 4 filhos residindo com cunhada em São Paulo.
Foram muitas idas e vindas, parte dos filhos já haviam amadurecido, as 2 filhas casaram-se no Brasil. A mulher acompanhou depois também se ralando em máquinas de costura, e depositando tudo o que não tinha nessa confiança, a irmã e o cunhado da menina lhe garantiram como fiadores as assinaturas junto ao consulado americano e lá foi ele com toda a tropa para a salvação que pra ele nunca existiria.
Muitas vezes ele ia e voltava em aviões daquela terra do tio Sam.
O casal pouco castigava fisicamente esses primos.

Os desentendimentos com os filhos, a separação da mulher que ele tanto não queria, porque quando lá chegaram, a mulher descobriu que do lado daquele ignorante jamais acabaria, o outro casamento da filha também já contraia divórcio ficando a neta querida Tais sob o brilho das estrelas da federação americana, junto com o varão que casando-se com uma mexicana foi pintando cabelos azuis louvando a liberdade, e o caçula se formando em universidade estrangeira, até que em uma dessas voltas construiu outra casinha em bairro pior ainda do que quando no início ele vivia.

RESTOS, RESQUÍCIOS, EXEMPLOS DA INFÂNCIA EM CONVIVÊNCIA COM AQUELA POBRE IRMANDADE.
                                                           -31-